29 dezembro 2017

Let's talk about 2017

Ainda nem acredito que estamos quase em 2018. Este ano passou mesmo a correr (digo isto todos os anos, mas 2017 passou mesmo à velocidade da luz!). Todos os anos, quando o ano está a chegar ao fim, gosto de fazer uma pequena retrospetiva sobre os últimos 12 meses, e perceber se este foi um ano que valeu a pena. Felizmente, a resposta tem sido sempre positiva.

Se 2016 foi, para mim, um ano de mudança, 2017 foi um ano de autodescoberta. Foi este ano que me auto descobri, em vários aspetos. Acho que todos nós passamos por esta fase, alguns ainda na adolescência outros só quando são adultos. Não há uma idade certa para nos conhecermos interiormente e creio que mesmo já tendo explorado vários aspetos do meu ser ainda há muito por desvendar. Somos seres complexos, cheios de enigmas por descobrir. É fácil olhar no espelho e descrever o que vemos, mas olhar a alma é uma tarefa árdua, mas essencial.

Este ano, consegui olhar para o meu interior e perceber que mais importante que conhecer o mundo há nossa volta, é conhecermo-nos a nós próprios. Pois, se não nos conhecermos, como vamos querer que nos conheçam? Durante este processo, apercebi-me de algumas coisas: que ninguém nos irá compreender se nós próprios não nos compreendermos; que somos seres complexos, mas maravilhosos; que mais importante que amar o próximo é amarmo-nos a nós mesmos, independentemente de não sermos o estereótipo que as pessoas idealizam; que a vida é agora, e que devemos aproveitá-la ao máximo (cliché, mas não deixa de ser verdade); e que música clássica é a melhor coisa desta vida (sim, só percebi  isso este ano).

Resumindo, 2017 foi um ano repleto de surpresas. Descobrir-me foi a melhor coisa que aconteceu. Finalmente percebi que sou um pessoa que gosta de pessoas, não importa a cor, a nacionalidade, o género ou o tamanho, mas sim a personalidade; que viajar pelo nosso interior é uma viagem obrigatória para todos; e que mais do que gostar do nosso exterior, devemos amar o nosso interior, que é a obra de arte mais bonita que alguma vez vamos encontrar.

2018, I am ready for you.

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E vocês, que palavra ou palavras caracterizam o vosso 2017?


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